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Escrito por teatroficina às 20h13
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Teatro Oficina é reconstruído no Cais do Porto de Recife

Depois do sucesso de “Os Sertões” em Salvador no Museu do Ritmo, a turnê continua em Recife, onde o Teatro Oficina está sendo reconstruído no Cais do Porto. As apresentações em Recife só são possíveis devido ao patrocínio da Petrobras, que também mantém a companhia Teatro Oficina, e ao co-patrocínio da FUNDARPE e da Prefeitura de Recife.

A pista é elevada 1 metro do chão para criar um corredor subterrâneo. As galerias estão sendo instaladas para a acomodação de 1.000 lugares. A Cia. Uzyna Uzona já havia cumprido desafio semelhante em 2000, quando Cacilda! foi para Recife.

Camila Mota, Freddy Allan e Zé de Paiva já estão por lá preparando 15 adolescentes de grupos de teatro de Recife em uma oficina para integrarem o elenco do Bixigão.

Em continuação à viagem, as peças serão encenadas no Rio de Janeiro, entre os dias 2 e 14 de outubro de 2007, durante o Rio Cena Contemporânea.

SERVIÇO
“Os Sertões”
Texto: baseado na obra de Euclides da Cunha
Direção: José Celso Martinez Corrêa
Encenação: Companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona
Datas: 19 a 23 de setembro
Horários: de 4ª à 6ª feiras, às 20 horas – sábado e domingo, às 18 horas
Local: Cais do Porto - ao lado do Teatro Armazém 14 - av. Alfredo Lisboa, no Recife Antigo



Escrito por teatroficina às 09h06
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“OS SERTÕES” EM TURNÊ PELO BRASIL

No fim deste mês, a Cia de Teatro Oficina Uzyna Uzona sai em turnê pelo país com “Os Sertões” a saga narrada por Euclides da Cunha no livro homônimo. Será a primeira vez que o espetáculo de 26 horas viaja completo com as cinco partes “A Terra” , “O Homem 1”, “O Homem 2”, “A Luta 1”  e “A Luta 2”.

 

Foto: Luis Ushirobira

 

Como uma espécie de volta às origens, nas proximidades da região onde se desenrolou a Guerra de Canudos, “Os Sertões”, inicia o itinerário de sua mini turnê pela Bahia de 05 a 09 de setembro, no Museu du Ritmo (antigo Mercado do Ouro). Depois segue para Recife, de 19 a 23 de setembro, no Cais do Porto. E de 02 a 14 de outubro, participa do Rio Cena Contemporânea, ocupando o Centro Cultural da Ação de Cidadania, epicentro do festival.

 

As apresentações de “Os Sertões” nestas cidades são patrocinadas pela Petrobras, que também mantém a companhia Teatro Oficina, e ao co-patrocínio dos governos locais. Em Salvador, há uma parceria com a Secretaria de Cultura da Bahia; em Pernambuco, com a Fundarpe e no Rio de janeiro, com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio. 

 

Uma equipe de 70 pessoas coloca o pé na estrada carregando cinco toneladas de cenário e objetos de cena e 2,5 mil figurinos. No palco estarão 47 atores, músicos, dançarinos e atores mirins do Movimento Bixigão, mais dois câmeras ao vivo, quatro contra-regras e, nos bastidores outros 17 profissionais entre iluminadores, sonoplastas, VJs, produtores, camareiras e pessoal de apoio.

 

A equipe de viagem fica completa com a entrada em cena de 15 adolescentes de grupos de teatro de cada cidade visitada, que serão treinados nas cinco peças por meio de uma oficina aplicada pelos atores Camila Mota, Freddy Allan e Zé de Paiva. Além disso, haverá o reforço das equipes técnicas locais, que serão integradas para transformar o espaço numa terra sertaneja.

 

A produtora Ana Rúbia de Melo, explica que em cada cidade será montada uma réplica do Teatro Oficina, com pequenas modificações, como a instalação de arquibancadas para aumentar a capacidade de público para 1.000 lugares. “Queremos instalar uma estrutura o mais próximo possível da original, para que as pessoas sintam-se no ambiente do Oficina. Por isso temos a preocupação de suspender o piso para criar um corredor subterrâneo e manter as galerias, para as cenas aéreas”, observa.

 

Construída com a atuação aberta de platéias em ensaios e  recriada permanentemente nos seus quase 300 espetáculos em São Paulo, São José do Rio Preto, Recklinghausen e Berlim (Alemanha), as peças têm como inspiração  impedir o massacre do Oficina pelo Grupo Silvio Santos, que quer construir um shopping center no entorno do teatro, e ao mesmo tempo propiciar sua  expansão em um Teatro de Estádio, uma Universidade de Cultura  Popular Brazyleira  de Antropofagia e uma Oficina de Florestas.

 

SERVIÇO – Turnê “Os Sertões”

Texto: baseado na obra de Euclides da Cunha

Direção: José Celso Martinez Corrêa

Encenação: Companhia Teatro Oficina Uzyna Uzona

 

Veja roteiro de viagem no site www.teatroficina.com.br

 



Escrito por teatroficina às 11h38
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SANTIDADE retorna para comemoração dos 49 anos da Cia de Teatro Uzyna Uzona

Além da temporada de Vento Forte para Papagaio Subir, a peça Santidade também voltou no dia 04 de agosto, no Oficina para as comemorações dos 49 anos da Cia Uzyna Uzona. É a segunda peça do projeto de Encenação da Dramaturgia de José Vicente, iniciado em 2004 com O Assalto (1969), no Teatro Oficina, obtendo sucesso de crítica e público no Brasil e Europa (Portugal, Itália e Alemanha, na Copa Cultural em Berlim/2006). O projeto pretende explorar e interpretar a obra de José Vicente, que se inicia em 1967, revalorizada no contexto do Tropicalismo, e reúne peças que o próprio José Vicente chama de obras de sua fase juvenil, ambientadas no submundo paulistano, sob a influência católica em uma sociedade caótica.

Santidade é ambientada em um palco-cama, no centro da pista do teatro, circundado por tapetes, pufes, poltronas e sofás que acomodam a platéia, levando-a à intimidade da situação. No enredo, a relação entre um homem maduro (José Celso Martinez Corrêa) e um jovem sem grandes pretensões na vida (Haroldo Costa Ferrari) é abalada com a chegada de um seminarista (Fransérgio Araújo), que busca os conselhos do irmão. O estilista Alexandre Herchcovitch assina o figurino e Marcelo Comparini é responsável pelo cenário. Foto:Lenise Pinheiro


A montagem comemora os 40 anos da peça, escrita em 1967, no mesmo ano em que o Tropicalismo - estética cultural em que Santidade se apresenta - também comemora seus 40 anos. A direção segue o texto original, atualizando-o para o contexto da São Paulo do Século XXI. Esse texto foi Censurado pelo então Presidente da república, General Costa e Silva, que em rede nacional de televisão classificou-o como o tipo de peça que nunca seria encenada no Brasil. A montagem busca trazer às gerações posteriores aos anos 60 e 70 uma reflexão a partir da poética peculiar do autor que instigou, principalmente, a juventude daquele período e que hoje é ainda mais adequada.

Segundo o diretor Marcelo Drummond, Santidade é uma peça escandalosamente bonita e ainda comenta: “Nas primeiras cenas estão dois homens na cama abordando temas da vida, mas inúmeros momentos, que passam pela moral religiosa, se sucedem”. É Importante ressaltar que todas as peças de José Vicente contêm notas autobiográficas, o que dá às encenações uma característica ímpar de verossimilhança com o que está sendo abordado e o que realmente aconteceu. Tudo foi sentido, experimentado, digerido e trazido à tona para aqueles que sabiam que algo os incomodava, mas não sabiam decifrar o quê.

Ficha Técnica

Texto: José Vicente de Paula

Direção: Marcelo Drummond

Elenco: José Celso Martinez Corrêa, Haroldo Costa Ferrari e Fransérgio Araújo.

Figurino: Alexandre Herchcovitch

Trilha Sonora: Otávio Ortega

Cenário: Marcelo Comparini

Desenho e Operação de Luz: Irene Selka

Contra-regra: Zé de Paiva

CURTA TEMPORADA:  sábado (às 21 horas) e domingo (às 19 horas) – dia 19 Às 21h. Até: 19/08

Porto Alegre Em Cena: 13 e 14 de Setembro de 2008

Local: Teatro Oficina (Pista) – Rua Jaceguai, 520 – Bela Vista/SP – tel:(11) 3106-2818 

Ingressos: R$ 20,00 – Duração: 2 horas e 20 minutos – Gênero: Drama – Censura: 15 anos

Capacidade: 350 lugares - Bilheteria: 5ª a Domingo (1h antes do início das sessões). Acesso

universal. Faz reservas. Aceita cheque e dinheiro. Não aceita cartões. Não possui ar condicionado.

Produção executiva: Paula Pripas

Atualização do texto e produção: Ferdinando Martins

Assistente de produção: Heloisa Aidar e Beto Sato

Realização: Filmes de Abril

Apoio cultural: Teto Mobília Contemporânea e Alexandre Herchcovitch

Projeto viabilizado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz V



Escrito por teatroficina às 11h11
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21 e 22.07 - Teatro Oficina no FIT 2007

TEATRO OFICINA APRESENTA

VENTO FORTE PARA UM PAPAGAIO SUBIR

NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

Essa é a primeira peça escrita pelo diretor teatral José Celso Martinez Corrêa, em 1958, enquanto ainda morava em sua cidade natal, Araraquara, interior de São Paulo. 

O texto faz uma reflexão sobre a necessidade de um jovem em romper com as estreitezas da vida de uma pequena cidade, que muito ama, mas, que precisa deixar.

"Vento Forte para um Papagaio Subir", junto com as peças "A Engrenagem" e "A Incubadeira", compõem o que o diretor chama de uma "dramaturgia do rompimento”.  Se na obra "A Engrenagem" (1960), traduzida e adaptada por Zé Celso e Augusto Boal para comemorar a presença do filósofo Jean-Paul Sartre (autor do texto) no país, o tema é o rompimento com o capital, em "A Incubadeira" (1959), seu segundo texto dramatúrgico, o diretor rompe com a família. Já em “Vento Forte....” temos o rompimento com a cidade natal. Na peça, o vento forte é uma tempestade que destrói tudo, levando a personagem a abandonar a cidade.

Este ano, em homenagem aos 70 anos de Zé, a atual Cia de Teatro Oficina Uzyna Uzona que completa 49 anos em agosto, remontou "Vento Forte para Papagaio Subir"  e apresentou-a no dia 6 de maio, em Araraquara.

A montagem original, dirigida por Amir Haddad, marca a criação do Grupo Teatro Oficina, juntamente com o espetáculo "A Ponte", de Carlos Queiroza Telles. As peças foram apresentadas já no endereço da rua Jaceguai, 520, em São Paulo onde funcionava o antigo Teatro Espírita Novos Comediantes.
 

Ficha técnica artística da Criação em Mutirão

Música e Direção - José Celso Martinez Corrêa
Elenco - Zé Celso, Lucas Weglinski, Ana Guilhermina, Vera Barreto, Sylvia Prado, Wilson Feitosa
Arranjos Musicais - Otávio Ortega e Wilson Feitosa
Figurinos ­ - Flavia Lobo de Felício
Espaço Cênico - Zé de Paiva
Sonoplastia - Rodrigo Gava
Luz - Irene Selka e Lenise Pinheiro
Vídeo - Charles Lima e Ava Rocha
Produção - Íris Cavalcanti/ Záfrica Produções

www.teatroficina.com.br

http://teatroficina.blog.uol.com.br

Datas: 21 e 22 de Julho

Horários: duas sessões por dia às 19hs e às 22hs.

Local: Sesc São José Rio Preto

Preços: Por Favor, Ver Site www.festivalriopreto.com.br



Escrito por teatroficina às 21h50
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ANIVERSÁRIO DA CIA DE TEATRO OFICINA UZYNA UZONA

Demorô, mas atendendo a pedidos dos freqüentadores deste blog temos noticias de apresentações aqui no Brasil.

O elenco tá de volta e se aquecendo já para a turnê de Os Sertões, mas antes, para iniciar o ano comemorativo dos 50 anos da Cia, de 16 a 19 de agosto, haverá apresentações do primeiro texto de Zé Celso, VENTO FORTE PARA UM PAPAGAIO SUBIR.


A partir de 16 de agosto, aniversário dos 49 anos da Cia de Teatro Oficina Uzyna Uzona, também entrará no ar o novo site do Teatro Oficina com um conteúdo de fácil acesso. A renovação veio da necessidade de atender aos inúmeros pedidos diários que a Cia. recebe do mundo inteiro de pesquisadores e interessados em sua trajetória.

E entre setembro e novembro desse ano, a Cia visita Salvador, seguindo para o Rio de Janeiro, Quixeramobim (cidade Antônio Conselheiro no Ceará) e Recife na turnê de Os Sertões.

SERVIÇO: Apresentação Comemorativa do Jubileu da Cia. Uzyna Uzona

VENTO FORTE PARA UM PAPAGAIO SUBIR

16 e 17 de agosto, às 21 horas
18 e 19 de agosto, às 18 horas

Teatro Oficina – r. Jaceguai, 520, Bela Vista – 3106.2818. Acesso universal. Aceita cheque e dinheiro. Não aceita cartões. Não possui ar condicionado. www.teatroficina.com.br

Ficha técnica artística da Criação em Mutirão

Música e Direção - José Celso Martinez Corrêa
Elenco - Zé Celso, Lucas Weglinski, Ana Guilhermina, Vera Barreto, Sylvia Prado, Wilson Feitosa
Arranjos Musicais - Otávio Ortega e Wilson Feitosa
Figurinos ­ - Flavia Lobo de Felício  e Keyla Malvezzi
Espaço Cênico - Zé de Paiva
Sonoplastia - Rodrigo Gava
Luz - Irene Selka e Lenise Pinheiro
Vídeo - Charles Lima e Ava Rocha




Escrito por teatroficina às 13h01
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O Show do Danilo e da Céllia continua neste fim de semana, sexta (13) e sábado (14). É a última oportunidade neste ano de conferir a produção deles. Para quem quer ouvir um pouquinho providenciamos com muito carinho os myspaces dos dois: http://www.myspace.com/tomicdanilo e http://www.myspace.com/celianascimento

Escrito por teatroficina às 07h32
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Show de Música no Teatro Oficina

Danilo Tomic e Cellia Nascimento em Show de Música
no Teatro Oficina



Foto:Duilio Ferronato

Os dois shows acontecem no mesmo dia.
Danilo Tomic canta poesias de Paulo Leminski em o “Ex Estranho” e Cellia Nascimento canta sua história em “A Sobrevivente” em composições próprias

O Ex Estranho



Danilo Tomic músico por formação e ator por fé faz parte da Cia. Uzyna Uzona que encenou e gravou em DVD no primeiro trimestre deste ano, a saga teatral de 26 horas de duração entitulada “Os Sertões” com direção de Zé Celso Martinez Corrêa. Sua experiência musical é ampla e vai dos experimentalismos contemporâneos de vanguarda e da pesquisa com instrumentos não europeus (especialmente o shakuhachi japonês, do qual é mestre diplomado) ao jazz e ao pop. Seus principais trabalhos são trilhas improvisadas ao vivo acompanhando algum discurso cênico teatral ou de dança. Tem dois CDs lançados comercialmente e clipes em DVDs.

Agora, acompanhado da Banda Gato Preto, realiza o show “O Ex Estranho” cantando músicas suas inéditas com poemas de Paulo Leminski, extraídos da coletânea homônima editada postumamente em 1996 (Iluminuras, 1996) e já devidamente avalizadas pela viúva (e também poeta) Alice Ruiz.

“Leminski foi uma inesquecível tempestade na cena cultural brasileira, antes de morrer aos 44 anos, em 1989, no auge do sucesso, como um mito. Sua presença na música está eternizada em parcerias com Arnaldo Antunes, Itamar Assumpção, Moraes Moreira, José Miguel Wisnik e Caetano Veloso.” comenta Danilo.

Foi, aliás, com Zé Celso que Tomic encontrou-se pela primeira e derradeira vez com Paulo Lemisnki, em Florianópolis, no revellion da virada de 1988 para 1989 (o último dele).

Poeta multimídia, Leminski transitou em diversas áreas: poesia, prosa, tradução, publicidade, artes gráficas, quadrinhos, TV, música popular. Para Danilo, este poeta curitibano é um “samurai futurista, pensador selvagem, agitador intelectual, meio polaco, meio caboclo, provinciano e universal, fabricou fenômenos e sensações com sua poesia perturbadora, conjugando a densidade fulminante de haicais com a loucura da contracultura, o coloquialismo e o humor do primeiro modernismo brasileiro com sua profunda erudição.”

Neste show, Tomic usa elementos musicais simples, contagiantes e muito groove, associados ao seu talento de ator, para aproximar o grande público da poesia inquietante e atualíssima de Leminski nesse nosso cenário cultural de 2007. Segundo ele, uma humilde mas provocante homenagem do músico a esse grande poeta. “Dois caboclos de sangue eslavo com pretensões a samurai se encontram virtualmente unindo suas artes nessa brasiléia vertiginosa.”

A Sobrevivente


Cellia Nascimento é cantora e a atriz desde 1998. Até chegar aos palcos do Oficina para compor o elenco de Os Sertões, foi costureira, operária, office girl, secretária, operadora de telex, auxiliar de escritório, sacoleira, camelô, vendeu churrasquinho, foi taxista, cabeleireira, modelo e manequim. Filha de Emilio da Conceição Nascimento, mestre Mirão de capoeira, Céllia convive com o universo afro desde criança. Entrou na Cia. Uzyna Uzona com a missão de dar vida a Negra Libertas, importante personagem na fundação do Bixiga.

É bem conhecida na cena do som black de São Paulo fazendo vários shows por mês. Em “A Sobrevivente”, Cellia Nascimento canta sua vida buscando nas raízes africanas o germe de todo swing de sua música. Durante o show ela passa ainda por ritmos como afro, samba, samba-rock, funk, apresentando em sua potente e versátil voz músicas de sua autoria.

Os dois shows contam com a Banda Gato Preto que reune músicos renomados e de longa trajetória no mundo do samba e com uma juventude focada no resgate do passado de um essência perdida: O Samba Rock.

Músicas:

DANILO:
"Sei lá", "O Ex-Estranho", "Campo de Sucatas", Já Disse" e "Estranhas Formas".


CELLIA:
"'Sambaê", "Solidão", "Sobrevivência", "Caminhos" e "Orgulho do Gueto" (esta última em parceria com Melvin Douglas, da banda gato preto)

FICHA TÉCNICA
DANILO TOMIC – VOZ, TECLADOS, SAX E FLAUTA
CÉLLIA NASCIMENTO – VOZ
BANDA GATO PRETO:
MELVIN DOUGLAS – VIOLÃO E GUITARRA
LIRA – VIOLÃO E GUITARRA
EDILSON – BAIXO
BETO BRASIL – BATERIA
ITO ALVES E ANDRÉ LAGARTIXA – PERCUSSÃO
participação especial dos dançarinos da associação cultural Omo Ayê: Felipe, Jéssica, Gugu e Kanu

SERVIÇO:
“O Ex Estranho” e “A Sobrevivente”
Sexta e Sábado às 21:30
R$ 20,00 ( 10,00 a meia entrada)
Teatro Oficina – r. Jaceguai, 520, Bela Vista – 3106.2818. Acesso universal. Aceita cheque e dinheiro. Não aceita cartões. Não possui ar condicionado. Haverá Bar no local
www.teatroficina.com.br


Escrito por teatroficina às 07h13
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Matéria da Alemanha sobre "Os Bandidos"

Leiam em português a matéria de Felipe Tadeu para o site da Deutsche Welle.Ele assistiu a segunda apresentação de "Os Bandidos" na Alemanha.

http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2621170,00.html

Escrito por teatroficina às 09h30
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Cia Uzyna Uzona em emocionante estréia de Os Bandidos na Alemanha

Dia 21 de junho, a Cia Uzyna Uzona estreou "Os Bandidos" no National Theater Mannheim, a convite do Festival Schiller de Teatro. Ao final da apresentação, o público ovacionou por 20 minutos. Hoje dia 22, acontece um debate com moderação do crítico teatral Michael Laages.

Escrito por teatroficina às 10h43
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Saiba mais sobre a Montagem

“OS BANDIDOS” (“Die Räuber”) é a primeira peça escrita por Schiller, em 1777, quando o poeta filosofo não tinha ainda completado 18 anos. Surge na explosão do movimento “Sturn und Drung”, (“Tempestade do Ardor Irresistível”), o mais vigoroso movimento cultural da historia da Alemanha, musicado por gênios como Beethoven, cantado por Poetas como Goethe que revelou Shakespeare para o mundo, numa ressurreição revolucionaria da Arte como política viva. O Movimento respirou com todo fôlego por mais de um século em Nietzsche, nos expressionistas das artes plásticas e do cinema, no jovem Brecht, Wedekind, etc, até ser sufocado pelo nazismo.

Para o diretor do Oficina, José Celso Martinez Correa, a Alemanha finalmente acordada das seqüelas do assassinato cultural do nazismo e do stalinismo reencontra o elo perdido do “Sturm und Drung” neste inicio de milênio, também na ligação recente com a cultura brazyleira dionisíaca. Ele lembra que o diretor do Volksbuehne de Berlin, Frank Castorf, desde a primeira apresentação de “Os Sertões” em 2004, na Alemanha, anunciou que o Oficina faria” Os Bandidos”. Naquela época, o grupo brasileiro sequer conhecia a peça.

Hoje, preparando o espetáculo, a Cia. Uzyna Uzona tomada pelo “ardor irresistível” da peça, compreende essa profecia de Castorf. “O Brasil, por seu próprio caos social e paradoxal vigor cultural tem a energia neste momento para reinterpretar esta obra emblemática, adorada pelos alemães, e revelá-la ao mundo. O Teatro Oficina, não poderia, para começar a comemorar seus 50 anos de vida, encontrar melhor droga rejuvenescedora que esta” revela Zé Celso.

“Através desta obra, finalmente estamos conseguindo expressar e universalizar totalmente, com nossas mais fortes armas, as da Arte do Teatro, toda vitalidade e criatividade de nossa Luta, metáfora das lutas de libertação da especulação financeira, sobretudo da imobiliária, que o planeta Terra em seus mais diversos lugares concretos trava, pela sobrevivência do planeta, e pela perpetuação da própria vida”, considera Zé Celso, em sua análise da montagem brasileira de “Os Bandidos”.

Na versão do Teatro Oficina, a peça passa-se nos dois Hemisférios: Norte e Sul. Hoje. Trata de uma guerra civil, guerra entre irmãos: Cosme (Aury Porto) Damião (Marcelo Drummond). Um dos irmãos, Cosmos é Chefe de Uma Corporação Internacional de TV com concessão de canais pelo Estado Brasileiro e orienta seus executivos assim, numa de suas falas: “Sim, e a nossa corporação fabrica uma Consciência de última geração, pra ajustá-la racionalmente como quisermos. Que culpa temos, o povo quer isso!Então, vivam nossos Roteiristas!

No roteiro, Damian, na Alemanha, Damião no Brasil, o primogênito vem para o Brasil dirigir a Corporação de Mídia do Pai mas trai sua classe, torna-se líder de uma revolução política ligada à Multidão e tenta politizar até o crime, aliando-se a bandidos de várias partes do mundo. Entre os principais personagens, surge também Guermania (Sylvia Prado), amada de Cosmos e noiva de Damian. Ela é a Alemanha que torna-se cúmplice destes movimentos internacionais, de superação da atual situação política global de Terror.

A música de Giuseppe Verdi, também inspira mais esta Opera de Carnaval Novelesca do Teatro Oficina Uzyna Uzona. Em 1847, Verdi, compôs a ópera “I Manasdieri”, baseada em “Die Räuber”. Mas o Coro de Revolucionários e Bandidos das Favelas de São Paulo, expressa-se mesmo é através do Hip Hop e Rap, Pontos de Macumba, Rock and Roll, Sambas, Canções de Amor, e as múltiplas personagens da guerra de Terror do mundo atual em Música Eletrônica Concreta, criadas ao vivo pelos DJs da Banda ”StrumeundMangue“

“Os Bandidos” assume o estilo de Novelas de TV: a Música, os Vídeos, a ambiência Cyber trazem o táctil, o concreto e atual do Teat(r)o Vivo, contracenando com as versões fraude, fake, das Imagens de TV.FICHA TÉCNICA

Adriana Viegas - Andrômaca e Advogada de um Comando de Crime Organizado, Moradora de Rua que pare um Bebê na Praça da Sé, uma “Boa” = empregada dos Helings.

Aury Porto - Cosme- no Brasil, Cosmos na Alemanha - Sucessor herdeiro, da “Pro Globe Corporarion $$”, depois da morte do Pai.

Anna Gui - Santeira Vidente de Baco, uma das Graça roteiristas da novela da peça sendo escrita, Sherazade, Freira do Vaticano e Mulher abortando nas ruas de São Paulo

Camila Mota - Suiço-bandido mais fiel à chefia do Bando

Dipa Paes - Chezito Revolucionário Cyber do Bando

Félix Oliveira - Padre Católico e participante do Conselho da Censura da TV, Aquiles da Guerra de Tróia, Padre do Vaticano – Bin Laden

Fransérgio Araújo - Bin Trotski- revolucionário vindo dos Emirados Árabes, discípulo de Gurdjieff, roteirista da Novela e Bento XVI

Guilherme Calzavara -Spielberg - Bandido Internacional

Haroldo Costa Ferrari - He-Man, disfarça-se de Che Guevara, retorna a Adam, príncipe do planeta Eternia, até transformar-se no o Urubú de Edgard Allan Poe

Juliane Elting - Bocetão bandida alemã que vem para o Brasil e alia-se aos bandidos. Depois vira o Bandido, Culhão. Estrela entre o Oriente e o Ocidente.

Marcelo Drummond - Damião no Brasil, Damian na Alemanha, deserdado pelo Pai, Doum, Patrão da Pro Globe Corporation $$, transforma-se em Comandante Revolucionário no Brasil, da Banda “StrumeundMangue”

Mariano Mattos - Bandido, Pai de Santo da Banda. Patrocolo na encenação da Cena de Tróia.

Patrícia Aguile - Bispa Evangélica, faz parte do Conselho de Roteiros de Novelas, She-ra, irmã gêmea de He-man, Carrasco, Moradora de Rua Abortando nas Ruas de São Paulo. Estrela entre a Terra e o Universo.

Ricardo Bittencourt - Doum, Pai de Cosme e Damião, Chefe da Corporation Pro Globe $$ , Presidente Bush

Sylvia Prado - Guermania - a própria Alemanha Paixão de Cosme, Doum e Damião.

Vera Barreto Leite - Lombardi, Mordomo dos Helings no Hemisfério Norte e Sul.

Zé de Paiva - Gira, líder revolucionário do Bando. Condolezza Rice.Estrela ebntyre o Hemisfério Norte e Sul.

Wilson Feitosa Jr. - Rato, bandido do Bando, cúmplice de Spielberg

Jose Celso Martinez Corrêa - Roberval - Correspondente de TV no Brasil, homem de Confiança dos Helings

Lucas Welinsck - Heitor da Guerra de Tróia e Roteirista da Novela

Otávio Ortega, Adriano Salhab, Dipa Paes, Guilherme Calzavara -O Som – Musica - criação e atuação

Osvaldo Gabrielli - Figurinos e Espaço Cênico

Cibele Forjaz e Lucia Ramos - Iluminação

Lucas Welinsck e Ava Rocha - Vídeo TV

Bia Fonseca –Produção

Mathias Pees - Produção internacional de Em co-

Festival Shiller-Co-Produção Alemã

Julianna Santos - Estrategista de Divulgação

Jose Celso Martinez Corrêa com colaboração de Lucas Welinsck e de toda Banda StrumeundMangue
Recriação do Texto brazylleiro e Direção


Escrito por teatroficina às 10h37
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